terça-feira, 24 de agosto de 2010

ENTUSIASMO


A palavra "entusiasmo" vem do grego e significa "sopro divino". Os gregos eram politeístas, isto é, acreditavam em vários deuses. A pessoa entusiasmada era aquela que era possuída por um dos deuses.

Por causa disso, poderia transformar a natureza e fazer as coisas acontecerem. Assim, se você fosse "entusiasmado" por Ceres (deusa da agricultura), você seria capaz de produzir a melhor colheita. Segundo os gregos, só as pessoas entusiasmadas eram capazes de vencer os desafios do cotidiano Era preciso, portanto, entusiasmar-se.

Assim, o entusiasmo é diferente do otimismo. Otimismo significa acreditar que uma coisa vai dar certo. Talvez até torcer para que ela dê certo. Muita gente confunde otimismo com entusiasmo.

No mundo de hoje, na empresa de hoje, é preciso ser entusiasmado. A pessoa entusiasmada é aquela que acredita na sua capacidade de transformar as coisas, de fazer dar certo. Entusiasmada é a pessoa que acredita em si. Acredita nos outros. Acredita na força que as pessoas têm de transformar o mundo e a própria realidade.

Só há uma maneira de ser entusiasmado: é agir entusiasticamente! Se esperarmos as condições ideais primeiro para depois nos entusiasmarmos, jamais nos entusiasmaremos.

Não é o sucesso que traz o entusiasmo, é o entusiasmo que traz o sucesso. Há pessoas que ficam esperando as condições melhorarem, a vida melhorar, o sucesso chegar, para depois se entusiasmarem. A verdade é que jamais se entusiasmarão com coisa alguma. O entusiasmo é que traz a nova visão da vida.

Como vai seu entusiasmo pelo seu país, por sua empresa, por seu emprego, por sua família, por seus filhos, pelo sucesso de seus amigos? Se você é daqueles que acham impossível entusiasmar-se com as condições atuais, acredite: você jamais sairá dessa situação. É preciso acreditar em você, na sua capacidade de vencer, de construir o sucesso, de transformar a realidade. Deixe de lado todo o negativismo e o ceticismo. Seja entusiasmado com sua vida e principalmente com você mesmo.

ORAÇÃO DA SERENIDADE

Concede-me, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar as que eu posso e sabedoria para distinguir uma da outra – vivendo um dia de cada vez, desfrutando um momento de cada vez, aceitando as dificuldades como um caminho para alcançar a paz, considerando o mundo pecador como ele é, e não como gostaria que ele fosse, confiando em Deus para endireitar todas as coisas para que eu possa ser moderadamente feliz nesta vida e sumamente feliz contigo na eternidade.

sábado, 21 de agosto de 2010

BONS AMIGOS


Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!

Machado de Assis

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

"Dez Leis Para Ser Feliz" por Augusto Cury



Ser feliz não é ter

um céu sem tempestades,

caminhos sem acidentes,

trabalhos sem fadigas,

relacionamentos sem decepções.

Ser feliz é

encontrar força no perdão,

esperança nas batalhas,

segurança no palco do medo,

amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas

comemorar o sucesso,

mas aprender lições

nos fracassos.

Ser feliz não é apenas

ter júbilo nos aplausos

mas encontrar alegria

no anonimato.

Ser feliz é reconhecer

que vale a pena viver a vida,

apesar de todos os desafios,

incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é

uma fatalidade do destino,

mas uma conquista de quem sabe viajar

para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas

e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si

e ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz, é não ter medo

dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um “não”.

É ter segurança para receber uma crítica,

mesmo que injusta.

É beijar os filhos, curtir os pais!

É ter momentos poéticos com os amigos,

mesmo que eles nos magoem.
Ser feliz é deixar viver

a criança livre, alegre e simples

que mora dentro de cada um de nós.

É ter maturidade para falar:

“Eu errei”.
É ter ousadia para dizer:

“Me perdoe!”

É ter sensibilidade para expressar:

“Eu preciso de você”.

É ter capacidade de dizer “Eu te amo”.E, quando você errar o caminho,

recomece tudo de novo.

Pois assim você será cada vez

mais apaixonado pela vida.
E descobrirá que...

Ser feliz não é ter uma vida perfeita.

Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.

Usar as perdas para refinar a paciência.

Usar as falhas

para esculpir a serenidade.

Usar a dor para lapidar o prazer.

Usar os obstáculos para abrir

as janelas da inteligência.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Os dois bonitos e os dois feios


Nunca se sabe direito a razão de um amor. Contudo, a mais freqüente é a beleza. Quero dizer, o costume é os feios amarem os belos e os belos se deixarem amar. Mas acontece que às vezes o bonito ama o bonito e o feio o feio, e tudo parece estar certo e segundo a vontade de Deus, mas é um engano. Pois o que se faz num caso é apurar a feiúra e no outro apurar a boniteza, o que não está certo, porque Deus Nosso Senhor não gosta de exageros; se Ele fez tanta variedade de homens e mulheres neste mundo é justamente para haver mistura e dosagem e não se abusar demais em sentido nenhum. Por isso também é pecado apurar muito a raça, branco só querendo branco e gente de cor só querendo os da sua igualha – pois para que Deus os teria feito tão diferentes, se não fora para possibilitar as infinitas variedades das suas combinações?

O caso que vou conta é um exemplo: trata de dois feios e dois bonitos que se amavam cada um com o seu igual. E, se os dois belos se estimavam, os feios se amavam muito, quero dizer, o feio adorava a feia, como se ela é que fosse a linda. A feia, embalada com tanto amor, ficava numa ilusão de beleza e quase bela se sentia, porque na verdade a única coisa que nos torna bonitos aos nosso olhos é nos espelharmos nos olhos de quem nos ame.

QUEIROZ, Rachel de. Os dois bonitos e os dois feios. In: As cem melhores crônicas brasileiras. Org. Joaquim Ferreira dos Santos. Rio de janeiro:Objetiva, 2007.

‘Viver é subir uma escada rolante pelo lado que desce’.


Ouvindo essa frase imaginei qualquer pessoa nessa acrobacia que crianças fazem ou tentam fazer: escalar aqueles degraus que nos puxam inexoravelmente para baixo. Perigo, loucura, inocência, ou boa metáfora do que fazermos diariamente.

Poucas vezes me deram um símbolo tão adequado para a vida, sobretudo naqueles períodos difíceis em que até pensar em sair da cama dá vontade de desistir. Tudo o que a gente queria era cobrir a cabeça e dormir, sem pensar em nada, fingindo que não estmos nem aí...

Só que acomodar-se é abrir a porta para tudo isso que nos faz cúmplices do negativo. Descansaremos, sim, mas tornando-nos filhos do tédio...

E o desperdício de nossa vida, talentos e oportunidades é o único débito que no final não se poderá saldar: estaremos no arquivo morto.

Não que a gente não tenha vontade ou motivos para desistir: corrupção, violência, drogas, doenças, problemas no emprego, dramas na família... tudo isso nos sufoca. Sobretudo se pertencemos ao grupo cujo lema é: pensar, nem pensar... e a vida que se lixe.

A escada rolante nos chama para o fundo: não dou mais um passo, não luto, não me sacrifico mais. Pra que mudar, se a maior parte das pessoas nem pensa nisso e vive do mesmo jeito...

Mesmo que pareça quase uma condenação, a idéia de que viver é subir uma escada rolante pelo lado que desce é que nos permite sentir que afinal não somos assim tão insignificantes e tão incapazes...

Então, vamos à escada rolante: aqui e ali até conseguirmos saltar degraus de dois em dois, como quando éramos crianças e muito mais livres, mais ousados e mais interessantes.

E por que não? Na pior das hipóteses caímos, quebramos a cara e o coração, e podemos, ainda uma vez... recomeçar.

(por Lya Luft – Pensar é transgredir – Ed. Record)

Transcrição da Entrevista - PERDOAR É HUMANO




Novo livro reforça tese de que o perdão ajuda o organismo a ficar mais fortalecido contra as doenças

Perdoar é um verbo importante em crenças como o catolicismo, a doutrina espírita e o budismo. Mas é alvo de interesse em outras áreas. Cientistas, líderes políticos e intelectuais advogam a seu favor. A filósofa Hannah Arendt, por exemplo, considerava-o "a chave para a ação e a liberdade". Agora, o perdão passou também a ser investigado pela medicina. Os vários estudos em andamento seguem a tendência de analisar a influência das emoções na saúde. Perdoar imagina-se, livra o corpo de substâncias que só fazem mal.

Essa tese faz parte do livro O poder do perdão(256 págs., R$38,50, W11 Editores), lançado há um mês no Brasil. O autor, o psicólogo americano Frederic Luskin, faz uma ligação entre o bem-estar trazido pelo perdão e a saúde. Luskin afirma que guardar ressentimentos, culpar os outros ou apegar-se às mágoas estimula o organismo a liberar na corrente sanguínea as mesmas substâncias químicas associadas ao stress, que prejudicam o corpo. "Manter rancor faz mal à saúde. Com o tempo, o acúmulo de compostos nocivos gerados por esse sentimento causa danos ao sistema nervoso, ao coração e diminui a imunidade", garantiu Luskin a ISTOÉ. O ato contrário - ou seja, o exercício do perdão -, desencadearia as reações desejadas para a manutenção da saúde, do bem-estar e para o controle das doenças. O especialista apóia suas teorias em trabalhos recentes realizados nas universidades de Wisconsin, Tenessee e Stanford, onde ele dirige o Projeto Perdão, um centro de estudos sobre o assunto.

Uma de suas pesquisas foi feita com 260 pessoas. Parte delas foi orientada a perdoar. A outra, não. Depois, o grupo todo foi instruído a alternar atitudes de boa vontade com pensamentos preestabelecidos que trouxessem ressentimentos. Durante o período de fantasias rancorosas, os especialistas verificaram que os indivíduos que não se voltaram para o perdão tiveram aumento na pressão arterial, nos batimentos cardíacos, na tensão muscular e na transpiração.

"O estudo mostrou que o ressentimento pode, a curto prazo, estressar o sistema nervoso", conclui Luskin. Outro trabalho do psicólogo indicou que as pessoas mais inclinadas ao perdão sofriam menos enfermidades e tinham menos doenças crônicas diagnosticadas.

Apesar dos resultados positivos, os estudos sobre o assunto ainda são embrionários. "Até agora, uma quantidade limitada de pesquisas foi concluída", admite psicólogo Luskin. De fato, um levantamento realizado pelo cardiologista Sérgio Timerman, do Instituto do Coração, revelou que não há estudos conclusivos publicados em revistas médicas importantes. "Não é novidade que a raiva aumenta o stress, fator desencadeante de quadros que pioram a saúde cardiovascular. Mas considero a investigação dos efeitos do perdão uma linha de pesquisa promissora", diz Timerman.

Além das recomedações religiosas e acadêmicas, há grupos de discussão que têm no perdão um dos seus principais focos de interesse. O advogado paulista Antoin Khail, 38 anos, é um exemplo da capacidade de mobilização do tema. Há mais de cinco anos ele coordena encontros para discussão sobre o conteúdo do livro Um curso em milagres, febre que começou nos Estados Unidos em 1975 e chegou ao Brasil dez anos depois. O texto, que teria sido psicografado por uma psicóloga americana, aborda o perdão como ferramenta para a transformação interior. Khalil garante que se beneficiou muito quando aprendeu a perdoar. "Entendi que não guardar rancor nos encaminha para a cura. Quando deixei de lado ressentimentos, sumiu uma irritação crônica que tinha nas mãos", assegura.

Atualmente, há mais de 40 grupos de discussão sobre o livro no Brasil. Na livraria Nova Era, em Florianópolis, as reuniões são coordenadas por Jorge Brandt, 48 anos, proprietário do local. A técnica em enfermagem Regina Souza, 45 anos, frequentou muitos desse encontros até se libertar de mágoas antigas às quais credita boa parte dos seus problemas de saúde. Nos últimos anos, ela enfrentou dores, depressão, síndrome do pânico e teve o útero retirado. Em 2001, voltou a ter dores fortes e sem diagnóstico no baixo ventre. "Descarreguei no corpo o ódio que sentia por uma médica que diagnosticou em mim um câncer linfático que não existia. Na época, sofri muito e fiquei ressentida", conta. Este ano, o destino colocou novamente Regina diante da mesma médica para pegar os resultados dos exames da irmã, que tinha alguns nódulos na mama. "Tomei coragem e fui lá. No caminho, minha intuição dizia que os exames da minha irmã nada apontariam e que esse era o momento de desfazer tudo o que sentia de ruim pela médica. Chamei-a, contei o que tinha acontecido comigo e disse que finalmente a tinha perdoado. Ela me abraçou e começou a chorar. As dores no corpo sumiram, não estou mais deprimida, rejuvenesci. Acho que o perdão me curou", diz Regina.



Remédio - Não guardar mágoas livra o corpo de substâncias que diminuem a imunidade e fazem mal ao coração.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Um dia a maioria de nós irá separar-se.


"Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos,
dos tantos risos e momentos que partilhamos.


Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das
vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim... do
companheirismo vivido.

Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.

Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe...nas cartas que
trocaremos.

Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses...anos... até este contacto se tornar
cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo....

Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:
"Quem são aquelas pessoas?"

Diremos...que eram nossos amigos e...... isso vai doer tanto!
-"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons
anos da minha vida!"

A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente......

Quando o nosso grupo estiver incompleto...
reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.

E, entre lágrima abraçar-nos-emos.

Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes
daquele dia em diante.

Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a
viver a sua vida, isolada do passado.

E perder-nos-emos no tempo.....

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes
que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a
causa de grandes tempestades....

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem
morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos
os meus
amigos!"

Fernando Pessoa

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Aonde quer que eu va (Paralamas do sucesso)

Pessoas interessantes têm falhas


Uma das coisas que fascina em San Francisco é ela estar localizada sobre a falha de San Andreas, que é um desnível no terreno da região que provoca pequenos abalos sísmicos de vez em quando e grandes terremotos de tempos em tempos.
Você está mui faceiro caminhando pela cidade, apreciando a arquitetura vitoriana, a baía, a Golden Gate, e de uma hora para outra pode perder o chão, ver tudo sair do lugar, ficar tontinho, tontinho.
É pouco provável que vá acontecer justo quando você estiver lá, mas existe a possibilidade, e isso amedronta mas ao mesmo tempo excita, vai dizer que não?
Assim são também as pessoas interessantes: têm falhas.
Pessoas perfeitas são como Viena, uma cidade linda, limpa, sem fraturas geológicas, onde tudo funciona e você quase morre de tédio. Pessoas, como cidades, não precisam ser excessivamente bonitas.

É fundamental que tenham sinais de expressão no rosto, um nariz com personalidade, um vinco na testa que as caracterize.
Pessoas, como cidades, precisam ser limpas mas não a ponto de não possuírem máculas.
É preciso suar na hora do cansaço, é preciso ter um cheiro próprio, uma camiseta velha pra dormir, um jeans quase transparente de tanto que foi usado, um batom que escapou dos lábios depois de um beijo, um rímel que borrou um pouquinho quando você chorou.

Pessoas, como cidades, têm que funcionar, mas não podem ser previsíveis. De vez em quando, sem abusar muito da licença, devem ser insensatas, ligeiramente passionais, demonstrarem um certo desatino, ir contra alguns prognósticos, cometer erros de julgamento e pedir desculpas depois, pedir desculpas sempre, pra poder ter crédito e errar outra vez.
Pessoas, como cidades, devem dar vontade de visitar, devem satisfazer nossa necessidade de viver momentos sublimes,
devem ser calorosas, ser generosas e abrir suas portas, devem nos fazer querer voltar, porém não devem nos deixar 100% seguros... Nunca!! Uma pequena dose de apreensão e cuidado devem provocar.

Nunca se deve deixar os outros esquecerem que pessoas, assim como cidades, têm rachaduras internas e podem surpreender.
Falhas. Agradeça as suas, que é o que humaniza você, e nos fascina.

(por Martha Medeiros)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

NOSSOS SONHOS !


Não duvide se alguém te disser que você é do tamanho dos seus sonhos.
Os grandes feitos da humanidade, assim como as grandes empresas e também as grandes conquistas, todas elas, com certeza foram sonhadas antes por seus executores.
Airton Senna sonhou em ser campeão na fórmula I e lutou bravamente pra isso, tornando-se um belo exemplo brasileiro de pessoa de sucesso, a partir de um sonho.
Claro que os sonhos precisam ganhar força e isso somente ocorre quando ele passa da imaginação para o papel e ganha um formato mais concreto.
Dê formas, cores, valores, tamanhos. Veja se são realmente importantes para a sua vida e principalmente, defina datas: para o inicio e para o término, mas, lembre-se que datas possuem dia , mês e ano.
Nesse momento você acabou de transformar o seu sonho em objetivo e são eles que nos dão força para agirmos e persistirmos, os nossos motivos para a ação, a motivação que precisamos.
O grande diferencial dos vencedores e das pessoas de sucesso é o sonho que tiveram, a forma como transformaram esse sonho em objetivo de vida e a coragem e a iniciativa para agir.
Os sonhos, sem dúvida, representam o primeiro passo das grandes realizações, portanto, fixe bem os pés no nosso mundo, mas mantenha sua cabeça nas nuvens.
Sonhe sempre !!!!
Sonhe com uma vida melhor pra você e vá a luta....